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Alagoa Grande sedia primeira eliminatória do 2º Festival de Música da Paraíba e fecha a noite com show de Soh Jackson

O Festival de Música da Paraíba terá sua primeira eliminatória neste sábado (18), no município de Alagoa Grande. A partir das 20h, o público conhecerá 15 das 30 canções selecionadas para sua segunda edição. O evento, que acontece em frente ao Teatro Santa Ignez, tem acesso gratuito e a noite será encerrada com show do grupo Soh Jackson.

 

Nesta primeira fase, a ordem de apresentação das músicas já foi sorteada e será a seguinte: ‘Tudo o que a estrada dá (Daniela Rezende), ‘Carta pra Maria (Chico Limeira), ‘Um ser melhor’ (Myra), ‘Brasil Colômbia (Pedro Faissal), ‘Meus ideais’ (Mebiah), ‘No seu lugar’ (Lucas Barreto e Everton Avelino), ‘Vou danado pra Campina (Marcos Santos, com Yuri Carvalho como intérprete), ‘Diagnóstico’ (Fabio Smith e Roberto Araújo, com Nathalie de Lima como intérprete), ‘História de vida 2’ (pdr_poeta do rap), ‘Remendos (Ruanna Gonçalves), ‘Baile de pandeiro’ (Xisto Medeiros e Acilino Madeira), ‘Um coco pra jackson’ (Miguel Monteiro), ‘Tia Ciata (Nara Santos), ‘Para além de paracetamóis’  (Titá Moura) e ‘Balançando a feira’ (Renan Rezende).

 

O Festival é uma realização da Fundação Espaço Cultural da Paraíba (Funesc), ao lado da Empresa Paraibana de Comunicação (através da Rádio Tabajara) e Secretaria de Estado da Comunicação (Secom). Nesta primeira eliminatória, o projeto conta com apoio da prefeitura de Alagoa Grande. Em cada etapa, serão apresentadas 15 músicas. Serão pagos R$ 20 mil em prêmios, sendo R$ 10 mil para o primeiro colocado, R$ 5 mil para o segundo, R$ 3 mil para o terceiro e R$ 2 mil para melhor intérprete.

 

Segunda eliminatória – O município de Monteiro sediará a segunda etapa do Festival, que acontece no sábado (25), a partir das 20h, na Praça João Pessoa. Quem fecha a noite é o músico Totonho. A ordem de apresentação das canções classificadas na segunda eliminatória ficou definida da seguinte maneira: ‘Terra à vista’ (Yanca Medeiros), ‘Pandeiro’ (Yuri Gonzaga, Zé Neto e Carlos Henrique), ‘Maldito’ (Caique Ferreira), ‘A vida é sonho’ (Jéssica Melo / Ari Rodrigues), ‘Varal de bem querer’ (Amorim), ‘Canto protetor’ (Tiago Sotero), ‘Meu recado’ (Wagner Malta), ‘Apneia (Cerebraz), ‘Calamidade’ (Willames Diniz), ‘Florescer’ (Tathy Martins), ‘Brados do guerreiro’ (Alberto Batista), ‘O que vale?’ (Nelson Nunes Farias), ‘Descoberta’ (Lucas Gaião), ‘Nordeste imenso’ (Raabe Catarine) e ‘Clareou’ (Jeann Bin).

 

A finalíssima acontece na sexta-feira (31), no Espaço Cultural José Lins do Rego, com as 14 classificadas nas duas eliminatórias. O encerramento é com o pernambucano Silvério Pessoa e o show ‘Cabeça feita: Silvério canta Jackson do Pandeiro’.

 

Soh Jackson - O grupo mostrará um show com sucessos de Jackson do Pandeiro (homenageado nesta edição do Festival), também contando alguns ‘causos’ da trajetória do ‘rei do ritmo’. A banda é formada por Ely Porto (voz e zabumba), Betinho Lucena (percussão), Lue Maia (percussão) e Lucas Carvalho (sanfona). E não é de hoje que Ely Porto faz questão de homenagear Jackson do Pandeiro. Idealizador do Festival 99 é quase 100, que aconteceu no final de agosto de 2018.

 

Ely Porto também é coordenador e idealizador do projeto Tamborete, o primeiro grupo de zabumbas do Brasil, com fins sociais e culturais. Foi integrante da banda Cabruêra na sua composição inicial, fez parte da banda As Parêa na formação original, integrou a Banda Labacé do músico paraibano Escurinho, foi zabumbeiro de Antônio Barros e Cecéu, e já tocou diversas vezes com Cátia de França.

 

Betinho Lucena é o vocalista da banda Os Fulano. Também integra os projetos Jackson Racional e Os Afrobatuques, além do Sexteto Tabajara. Iniciou a carreira musical aos 16 anos acompanhando artistas dos mais diversos ritmos. Em 2010 passa a integrar o Grupo Armorial Cordas de Caroá, apadrinhado pelo escritor Ariano Suassuna, e o Grupo Imburana de Manifestações Culturais, da UFPB.

 

Lue Maia foi percussionista da Orquestra Infantil do Estado da Paraíba (OIEPB). Integrou, entre 2008 e 2018, o naipe de percussão da Orquestra Sinfônica Jovem do Estado da Paraíba (OSJPB) e, atualmente, integra o naipe de percussão da Orquestra Sinfônica do Estado da paraíba (OSPB). Acompanhou e tocou em diversos grupos de música como Iamaká, Totonho & Os Cabra, banda-fôrra, Titá Moura e O Passaredo, Chico Limeira, Banda Uns e os grupos de maracatu Círculo dos Tambores, Quebra-Quilos, Pé de Elefante, Maracastelo e Maracaíba.

 

Lucas Carvalho já tocou com grandes nomes da música brasileira, como Ellen Oléria e Khrystal. Também fez show com Sandra Belê, Eleonora Falcone, Socorro Lira e André Morais. Ainda adolescente, lançou o CD autoral ‘Sementes do Nordeste’. Com formação erudita, Lucas começou os estudos acadêmicos tendo como opção o saxofone. Mas, fã de Luiz Gonzaga, migrou para o acordeon. Sua formação inicial foi na Escola de Música Anthenor Navarro, que funciona na Fundação Espaço Cultural José Lins do Rego, em João Pessoa.